sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Nossa sala no jornal Diário de Assis

O SAPEs, serviços de apoio especializados, organizados na própria escola ou em outra unidade escolar, visa a inclusão, permanência, progressão e sucesso escolar de alunos com necessidades educacionais especiais, em classes comum de ensino regular, representam a alternativa mais eficaz no processo de atendimento desse alunado. (Resolução SE 11, de 31-01-2008)



Função da sala de recursos é viabilizar a língua portuguesa enquanto linguagem dialógica/funcionalidade/instrumental e enquanto área do conhecimento
(disciplinas curriculares);

Desenvolver uma educação bilingue de qualidade fundamental ao exercício de sua cidadania, na

Priorizar a língua de sinais como uma língua natural e primeira, bem como o aprendizado da língua portuguesa, como segunda língua.
qual o acesso aos conteúdos curriculares, leitura e escrita não dependem do dominio da oralidade;

Reescritas, recontos e relatos

Lenda da Matinta Pereira

Matinta Pereira é uma mulher idosa e assustadora que vive na região norte do Brasil.
Ela usa uma roupa escura e velha, diz a lenda que  passa a noite e madrugada  assoviando  estridente a amedrontando as pessoas. Aparece também com um pássaro escuro levando azar por onde passa.
Diz a lenda que as pessoas devem oferecer a ela fumo e comida no dia seguinte, para não ficar perturbando e rodeando as pessoas em suas casas.
Para prender Matinta Pereira é preciso executar alguns rituais: primeiro, enterrar no chão onde passa a Matinta Pereira uma tesoura aberta com um terço e uma chave. Assim, quando ela andar sobre esse lugar ficará presa.

Moisés Rodrigues Furtim

          03/08/2011


Reescritas, recontos e relatos

Saci – Pererê


Olhos do Saci - Pererê cor preto
Cor carapuça vermelho
Coitada vovó ele da nó
no novelo, danado
Cor negro pele
Ele gosta fumar cachimbo
A mulher fazer jantar
Muito divertido
Apagar o fogo
Quando sozinho
Ver redemoinho
É o Saci-Pererê
Vermelho capuz tirou carapuça
Colocar garrafa
Saci-Pererê preso fica.

**Jéssica Pereira da Silva**
             18\08\11
                                                             
                                                               O Lobisomem

Quando eu estava 8 anos de idade, tinha um vizinho que se chamava João Guedes.
O meu pai falava que ele virava lobisomem e dizia que há  meia noite ia ao galinheiro que tinha ao lado da minha  casa e se deitava e rolava nas fezes das galinhas virando  lobisomem.
Saia para as casas que tinham crianças para come-las.
Nós ficávamos olhando todos os dias o João e sua casa pra ver se aparecia alguma criança e olhávamos os seus braços e corpo  para ver se ele tinha pêlos e os olhos vermelhos.
Tínhamos muito medo dele.
Tudo isto era porque ele só gostava de comer carne estragada.
Um dia estávamos com muito medo a noite e meu pai falou que o lobisomem não  existia e que era só folclore.

Lenda contada Sandra Rodrigues Furtim
                                                             e reescrita por Moisés Rodrigues Furtim.

                                                                                   05/08/2011

Assista a mais uma parlenda em LIBRAS

Rei, Capitão...

Parlenda

Era uma bruxa...